LiteraturaObras escritas em que a expressão e forma, com idéias de interesse permanente e universal, são características ou essencial. Confira as outras galerias:

Sol TerrestreSe escondia o celeste sol, por medo De contra o Sol Terrestre haver afronta: Mais fúlgido, brilhante, mais voraz É o Sol que em térreo coração desponta.
Naquele fim de tarde o vento forte Fazia com que as árvores guerreiras Lutassem numa dança combativa... E a tudo as nuvens viam, passageiras.
Meus sentidos perdia no momento (Ou perdia, ou estavam aguçados, Pois onírico é muito do que lembro), Que eu mal notava o Tempo e seus estados...
E em meio a tanto, em meio a todo o mundo, Somente um Sol brilhava para mim; Seus perfumosos raios eram longos! Sua voz um fantástico clarim!...
O calor de seus olhos, de seu toque (Abraço quente, cheio de Sol Terrestre by ~EncaitarHerenvarno
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Uma Noite, Deitado na AlfombraPendendo a cabeça na alfombra, Visão dos infernos me assombra... Eu vejo meu crânio no teto! E então para os lados eu olho, De vômito sórdido eu molho O chão em um ângulo reto. Vertigem terrível me abate: O verde em meus olhos rebate, Tornando-se em pérfido inseto.
Qual foi a surpresa improvável De ver de meu verde louvável Surgir essa podre imundícia!... Em volta de mim levantou, Zunindo, seu rítmico vôo De impura e vilã impudicícia. Tonteia-me, em volta de mim, Mas eu me controlo, por fim, Tomando uma pose fenícia:
&ld Uma Noite, Deitado na Alfombra by ~EncaitarHerenvarno
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Big-bangQuando o céu se estilhaçou, eles deram as mãos.
O som do fim do Mundo era ensurdecedor e estranho, como se o tempo cantasse.
Puderam ver, ao longe, quando uma estrela despencou e decapitou uma montanha.
As pessoas à volta deles tinham reações às vezes inesperadas, às vezes óbvias. Choravam, rezavam, se abraçavam, se matavam, ocasionalmente até pediam perdão umas às outras.
Pela janela eles viram as rachaduras no céu e dentro delas, para aqueles que ousavam olhar, o Tudo e o Nada se misturavam numa noite sem luar.
A chuva começou, morna e dourada, como se fosse o sangue das estrelas. Eles abracaram-se com mais força. Lembraram-se do pic-n Big-bang by ~hamletprimeiro
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Capitulo I Havia uma linda e gloriosa mansão em meio a um bosque, perto de uma estrada, onde várias pessoas passavam todos os dias para ir ou voltar do trabalho ou da escola. Todos adoravam ouvir os gorjeios dos pássaros vindos dela e alguns até passavam em frente a ela pela manhã bem cedo, apenas para ouvi-los. A mansão era imensa, linda, toda pintada em branco e dourado. Tinha imensos jardins com flores tão belas, que ninguém jamais havia visto. Era um mundo diferente e distante, mas mesmo assim tão próxima da realidade. As pessoas jamais viram o morador daquela mansão, pois eles tinham medo de se aproximar dela depois que seu antigo dono morrera misteriosamente sem deixar quaisquer suspeitas. O caso fora abafado e a mansão deixada de lado. Mesmo com todos os anos que haviam se passado, ela nunca se deteriorou e ela continuava linda, intacta e sempre bem cuidada. Então daí surgira a ideia d Capitulo I by =Ennyh
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RosinhaAndava pela vida, tic toc, tic toc, saía de casa, pisava na rua, pegava o ônibus, descia, andava e andava, tic toc, tic, parava na estação de metrô, entrava no vagão, uma estação, outra, outra... Descia. Trabalho, tec, tec, digitava, digitava, telefonava. Rose, bom dia, bom dia, bom dia. Almoço, tarde, saída, tic toc, tic toc. Casa. Ah!!! Que água deliciosa, que noite suave, suas flores, flores lindas, lindas. E Rosa, rosinha, tinha estado fora do seu vaso e não sabia. Rosinha by ~BelldandyCris
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GorgonaÓ Górgona fera, morena, terrível, A mim petrificas com esses teus olhos... Será que és o mais surreal dos escolhos? A tua existência não é-me algo crível!...
Ó Górgona etérea, longínqua neblina, Cabelos de serpes rebeldes, compridas, Tu tens na cabeça, e são negras e tidas Por mim como serpes de presa ferina.
Ó Górgona jovem de antiga beleza, Possuis uma indígena essência na forma, Pra tanto que, em ver-te, meu corpo transforma-se Em pedra, minério e metal de certeza.
Ó Górgona onírica vista em imagens, Retratos, pinturas, poemas e histórias, Enigma tu és e eu decifro-te as glórias, Primevo eu combato-te em loucas paragens.
Ó Gorgona by ~EncaitarHerenvarno
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Ruins of meMomentos que estou assim, tão sem querer. Que tenho em minha vida senão uma auto imagem inflamada, sem qualquer correlação com a realidade? Eu cansei e desisti desse mundo, pois o viver me enfada. Dinheiro, relações, palavras, necessidades e poder, que tudo isso deveria querer me dizer? Nada. Apenas nada. Eu não me preocupo em absoluto, apenas o desespero que me bate faz com que eu entre em colapso. Será? Como algo como meu espirito, meu sentimento, pode ainda se colapsar? Sou ruínas. Vestígios de um passado glorioso, visitado e admirado pelo que foi e o que se enxerga sem ver. Agora, apenas Ruins of me by ~B-jester
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